quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Oficiais de Justiça em Ação


A decepção no sentido exato da palavra é a perda de confiança em algo ou alguém. No nosso caso - em uns e outros. A decepção origina-se da confiança exagerada que damos a certas pessoas. Aquele que muito desconfia acaba sendo mal visto, mas os que confiam plenamente acabam-se decepcionando, e de tanto acreditar em outras pessoas acabam sendo bobos.

A última reunião de Oficiais de Justiça do Fórum da Capital, na semana passada, foi de uma GRANDE DECEPÇÃO

É este o resultado da tal reunião, que envolvia Sindicato, Associação e Oficiais de Justiça do Fórum da Capital.
Durante o resto da semana, ouvi colegas lamentando sobre a falta de educação, a tristeza de ter escolhido mal os representantes da classe, de que suas propostas não têm o mínimo de importância, perante os representantes que não são dispostos a ouvir com atenção, e explicar o porque de não acatarem essas idéias ou ao menos colocá-las em votação.

Lamento também a falta de UNIÂO entre todos. Em geral, devia-se ter mais respeito por quem está apresentando uma nova solução para os problemas que estamos vivenciando, devíamos ser capaz de ouvir, devíamos ter a educação de esperar a vez para nos manifestarmos sobre uma intencionalidade sugerida.

Mas, como o ser humano nasceu negociando, vendendo, comprando, é muito dícil viver a filosofia de São Francisco de Assis - Oração da Paz: Oração da paz

Onde houver discórdia, que eu leve a união.

Onde houver erro, que eu leve a verdade.

Mas a decepção também nos ensina e ajuda a crescer, devemos ter consciência de que precisamos doar e ajudar sem a visão de ganhar, obter lucro em troca dessas ações, devemos escolher melhor os nossos representantes. promessas genéricas é muito fácil de fazer, melhor é apresentar planos concretos. Transparência é essencial, qualquer um promete que vai solucionar os problemas, mas devemos conhecer as medidas concretas a ser tomadas.

Entre tantas opções, na hora de escolhermos os nossos representantes, devemos levar em conta o interesses da categoria e não questões particulares. Eleger é uma coisa muito séria, devemos votar em um conjunto de idéias e propostas.

Nessa reunião, devíamos ter escolhido uma possível solução para os nossos problemas, baseada em um número de opções, votadas pelos Oficiais de Justiça, que representariam os desejos agregados para a obtenção de um resultado final, satisfatório para a categoria.

Devia-se adotar o princípio da escolha baseado na opinião da maioria. Mas parece que os não satisfeitos querem produzir resultados não pretendidos pela categoria.

Então, de que valeu tal Reunião?





senhor, fazei com que eu procure mais, compreender que ser compreendido,